JURANDIR MARINHO (PRTB)
Nascido em Canguaretama (RN) em 1957,
Jurandir Freire Marinho foi prefeito duas vezes da cidade (1997-2004). É
advogado tributarista, com pós-graduação em direito público, administrativo e
tributário.
1º suplente: Francisca Souza (PRTB)
2º suplente: Antonio Lopes (PRTB)
LEVI COSTA (PRTB)
Levi Ferreira da Costa, 45 anos, é natural de Natal (RN) e pastor
evangélico. É fundador e líder da igreja Centro Apostólico Reina, que tem sede
em São Gonçalo do Amarante (RN).
1º suplente: Weldons Pereira (PRTB)
2º suplente: Geracina (PRTB)
MAGNÓLIA (SD)
Maria Magnólia Sousa Figueiredo, 54 anos, é natural de Natal (RN) e
servidora da
Secretaria de Educação do estado.
Fez carreira no atletismo, tendo conquistado o bicampeonato sul-americano nas
provas de 400 e 800 metros rasos. Também disputou duas Olimpíadas, dois
Pan-Americanos e quatro campeonatos mundiais.
1º suplente: Ricardo Caxangá (SD)
2º suplente: Rivaldo Fernandes (PV)
NAPOLEÃO (REDE)
João Maria Napoleão de Medeiros, 50 anos, é natural de Natal (RN) e guarda
municipal. Integra a diretoria do sindicato da sua corporação, atuando na área
de formação política. Já foi professor da rede pública estadual.
1º suplente: Maciel (Rede)
2º suplente: Cibelle Marques (Rede
PROFESSOR LAILSON (PSOL)
Lailson de Almeida, 68 anos, é natural de Natal (RN) e professor
universitário aposentado. Formado em ciências sociais, lecionou na Universidade
Federal do Rio Grande do Norte e no Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia do Rio Grande do Norte. Também trabalhou nas redes públicas estadual
e municipal.
1º suplente: Gerlane Melo (Psol)
2º suplente: Irmão Walmir (Psol)
TELMA GURGEL (PSOL)
Telma Gurgel
da Silva, 54 anos, é natural de Mossoró (RN) e professora universitária. Foi
vereadora de sua cidade entre 1993 e 1996. Formada em serviço social,
leciona na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte e é militante
feminista.
1º suplente: Santino Arruda (Psol)
2º suplente: Prof. Tita Holanda (Psol)
FONTE –
INTERNET
KKKKKKK
Capitão da reserva do Exército, o deputado federal
Jair Bolsonaro (PSL-RJ), de 63 anos, é o
representante do conservadorismo e da direita com maior potencial eleitoral na
disputa deste ano. Bolsonaro lidera as pesquisas de intenção de voto à
Presidência com 32% da preferência, conforme pesquisa Ibope divulgada em 3 de
outubro.
Depois de três negociações frustradas pela indicação de seu companheiro de
chapa — com o senador Magno Malta (PR-ES), a advogada Janaina Paschoal e o
“príncipe” Luiz Philippe de Orleans e Bragança —, formou-se uma chapa
puro-sangue militar, com o general da reserva Hamilton Mourão, de 65 anos, como
vice de Bolsonaro. O partido de Mourão, o nanico PRTB, é o único aliado do
candidato do igualmente diminuto PSL na eleição.
O ex-prefeito de São Paulo
Fernando
Haddad foi o escolhido pelo PT para substituir o ex-presidente
Luiz Inácio Lula da Silva como candidato do partido ao Palácio do Planalto.
Condenado em segunda instância na Operação Lava Jato a 12 anos e 1 mês de
prisão e detido desde abril em Curitiba, Lula teve o registro de candidatura
negado pelo TSE com base na Lei da Ficha Limpa no final de agosto. Haddad, que
havia sido registrado como candidato a vice-presidente na chapa petista, tem
23% das intenções de voto, de acordo com o Ibope.
O PCdoB, aliado histórico do PT em eleições presidenciais, terá a deputada
estadual gaúcha Manuela D’Ávila como vice na chapa de Fernando Haddad. Manuela
retirou sua candidatura à Presidência no início de agosto e desde então
aguardou pela definição da situação eleitoral de Lula.
O ex-ministro e ex-governador do Ceará
Ciro Gomes,
de 60 anos, está de volta à disputa pela Presidência após dezesseis anos.
Filiado ao PDT, depois de passar por seis partidos, Ciro havia concorrido ao
Planalto em 1998 e 2002, pelo PPS, e não chegou ao segundo turno em nenhuma das
duas ocasiões. Com 11% das intenções de voto no Ibope, o pedetista pode ter sua
candidatura “esvaziada” à esquerda, sobretudo no Nordeste, com a confirmação de
que Fernando Haddad é o candidato apoiado por Lula.
Aliado apenas ao nanico Avante — o PSB, que ele cortejava, declarou-se
neutro, em acordo com o PT —, Ciro Gomes encabeça uma chapa pura do PDT. Sua
vice é a senadora Kátia Abreu (TO), de 56 anos, que tem trajetória parlamentar
conservadora e ligada ao agronegócio. Ela já passou por DEM, PSD e MDB, do qual
foi expulsa por criticar o governo de Michel Temer.
Governador de São Paulo por quatro vezes,
Geraldo Alckmin
(PSDB), de 65 anos, disputa pela segunda vez a Presidência da República — ele
foi derrotado por Lula em 2006, quando teve menos votos no segundo turno do que
no primeiro.
O tucano tem 7% da preferência, segundo o Ibope, e aposta no amplo arco de
alianças que costurou para crescer nas pesquisas e chegar ao segundo turno.
Alckmin recebeu o apoio dos cinco que compõem o chamado Centrão (PP, DEM, PRB,
PR e Solidariedade), além de PTB, PPS e PSD, e tem cerca 40% do tempo da
propaganda eleitoral em rádio e TV. Sua vice, avalizada pelo Centrão, é a
senadora Ana Amélia (PP-RS), de 73 anos.
Em sua terceira tentativa de chegar à Presidência — foi derrotada ainda no
primeiro turno em 2010 e 2014 —, a ex-ministra e ex-senadora
Marina Silva
(Rede), de 60 anos, disputa a primeira eleição ao Palácio do Planalto liderando
a Rede Sustentabilidade, partido que ela idealizou e ganhou vida em 2015. Nos
pleitos anteriores, ela estava filiada a PV e PSB, respectivamente.
Apesar do chamado “recall” das eleições anteriores, Marina aparece com
apenas 4% das intenções de voto, conforme o mais recente Ibope. Seu vice é o
médico Eduardo Jorge, de 68 anos, filiado ao único partido aliado à Rede de
Marina Silva, o PV. Jorge disputou a Presidência em 2014.
Ex-governador do Paraná e senador em terceiro mandato,
Alvaro Dias
(Podemos), de 73 anos, concorre à Presidência pela primeira vez. Apostando no
discurso de “refundar a República” e na promessa de que convidará o juiz
federal Sergio Moro para ser seu ministro da Justiça, Dias tem como principal
força o sul do país. Pouco conhecido nas demais regiões, o senador tem 1% da
preferência no país, segundo o Ibope.
O vice de Alvaro Dias é o ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento
Econômico e Social (BNDES) Paulo Rabello de Castro (PSC), de 69 anos. Além do
partido de seu companheiro de chapa, a coligação encabeçada por Dias inclui os
nanicos PRP e PTC.
Depois de 24 anos, o MDB voltará a ter um candidato à Presidência da
República. O nome escolhido pelo partido, um neoemedebista, é o do
ex-presidente do Banco Central e ex-ministro da Fazenda
Henrique Meirelles,
de 72 anos, filiado ao partido em abril.
Em campanha, Meirelles terá como principal obstáculo sua ligação com o
impopular presidente Michel Temer, reprovado por 82% da população, conforme o
Datafolha, e de cujo governo ele foi ministro entre maio de 2016 e abril de
2018. Com 2% das intenções de voto no Ibope, Meirelles tentará, por outro lado,
ressaltar que foi o economista escalado tanto por Lula quanto por Michel Temer
para postos-chave em momentos delicados da economia. Aliado apenas ao nanico
PHS, o ex-ministro terá como vice o ex-governador do Rio Grande do Sul Germano
Rigotto (MDB), de 68 anos.
Ex-executivo dos bancos Unibanco e Itaú-BBA, o carioca João Dionisio
Filgueira Barreto Amoêdo, 55 anos, fundou o Partido Novo em 2011 e disputa a
Presidência da República pela primeira vez. Com um discurso liberal e favorável
a privatizações, Amoêdo é o mais rico entre os treze presidenciáveis – ele
declarou ao TSE um patrimônio de 425 milhões de reais.
Com apenas cinco segundos no horário eleitoral e sem direito a participar de
debates na TV aberta,
João Amoêdo aposta
na campanha via redes sociais para se apresentar ao eleitor e crescer nas
pesquisas de intenção de voto. Para isso, ele disponibilizou 120.000 reais
mensais ao impulsionamento de conteúdos seus no Facebook. Conforme o mais
recente Ibope, divulgado em 3 de outubro, o candidato do Novo tem 2% das
intenções de voto. Seu vice é o cientista político Christian Lohbauer, de 51
anos.
O líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST),
Guilherme Boulos,
de 36 anos, mantém a tradição do PSOL em lançar candidatos à Presidência da
República desde que o partido foi criado, em 2004, a partir de dissidências do
PT. Antes dele, concorreram pela legenda Heloísa Helena, em 2006, Plínio de
Arruda Sampaio, em 2010, e Luciana Genro, em 2014.
Sem pontuação no Ibope de 3 de outubro, Boulos é o cabeça de uma chapa
puro-sangue psolista, que tem a líder indígena Sônia Guajajara, de 44 anos,
como vice.
No pelotão
de nanicos da eleição presidencial de 2018 estão o sempre presente José Maria Eymael (Democracia
Cristã – 27), candidato em 1998, 2006, 2010 e 2014; o deputado federal Cabo Daciolo (Patriota – 51);
o escritor João Goulart Filho
(PPL – 54), filho do ex-presidente João Goulart; e Vera Lucia (PSTU – 16)
FONTE =
REVISTA VEJA